
O atacante colorado recebe elogios do Oasis
O Beira Rio será palco de um duelo decisivo que promete muitas emoções amanhã, às 21h50. Apontado como uma das melhores equipes do país, o Internacional encara o Flamengo pelas quartas de finais da Copa do Brasil. O Inter não conta com o Fenômeno Ronaldo, do Corinthians, que entra em campo no mesmo horário para enfrentar o Fluminense, mas o clube espera por outros gols fenomenais como o feito por Nilmar contra o Timão, que garantiu os primeiros três pontos do Colorado no Brasileirão. Depois de chamar cinco jogadores do Corinthians para dançar, o camisa nove colorado fez um gol de placa, no Pacaembu.
O tento rendeu homenagens por todo o Brasil. Pelo mundo afora também! Por aqui, os britânicos do Oásis, famosos pelas inúmeras encrencas, elogiaram o jogador brasileiro. Na semana passada, o atacante conheceu os músicos da banda, que fizeram um show em Porto Alegre, (cheio de críticas e elogios… ). Fanáticos por futebol, Noel e seu irmão, Liam, são torcedores do Manchester City, equipe de Robinho e Elano.
O guitarrista Noel inclusive deixou claro o desejo de ver Nilmar vestindo a camisa do clube inglês. “Não gostaria de jogar no Manchester City?” O atacante apenas riu. Depois, o brasileiro agradeceu aos elogios e mostrou satisfação por conhecer o Oasis. “Foi muito legal. É uma das maiores bandas do mundo”. Os cinco integrantes da banda ganharam camisas e bandeiras do Inter.


Cartola, Pixinguinha, 1x0, Flu
A reportagem especial desta semana traz delicadas ligações do mundo da música e do futebol. Pixinguinha e Cartola! Os dois gênios da música popular brasileira estão ainda hoje presentes nos campos da bola e nos espetáculos de shows.
O autor de Carinhoso, uma das canções mais populares do Brasil, é considerado por alguns pesquisadores como o primeiro compositor brasileiro a dedicar uma música ao futebol, ainda em 1919.
Quer saber quem foi a inspiração de Pixinguinha? Escute abaixo na reportagem especial. Além disso, nós falamos sobre a paixão do sambista Cartola pelo Fluminense. A influência do tricolor carioca foi tão determinante na vida de Cartola que serviu inclusive de inspiração para a escolha das cores da agremiação Mangueira.


- Fagner e Zico (em 1982): amigos de futebol e de música

Ronaldo Fenômeno, muito marcado em campo.
Aos 48 minutos. Como a torcida da Fiel gosta de dizer, sem sofrimento não é Corinthians. E a vitória do último clássico foi assim, repleta de suspense. Futebol? Nem tanto, mas emoção de sobra. Menos de 18 segundos para o fim do jogo, Cristian ganha do ex-corintiano Jorge Wagner e chuta bonito, para selar a vitória. Corinthians 2×1 São Paulo.
O Time do Parque São Jorge começou perdendo (num lance impedido e com falta em cima do Chicão), mas seguiu o embalo dos mais de 30 mil torcedores que entoavam “Louco por ti Corinthians”.
Uns dizem que a vitória neste domingo lavou a alma alvinegra, que passeou por outros ares no ano passado. Semana que vem as duas equipes vão decidir, no Morumbi, quem irá para a final. O Corinthias tem a vantagem do empate. E por falar na casa dos são paulinos…
O confronto no Morumbi
Nos jogos entre Corinthians e São Paulo no Morumbi a vantagem é alvinegra:
São 44 vitórias do Corinthians, 50 empates e 35 do São Paulo.
O Timão não perde para o São Paulo desde fevereiro de 2007. Há dois anos e cinco jogos. Foram duas vitórias e três empates.
Mas, como este blog é totalmente futebolístico musical, deixamos aqui um duelo entre os dois times, mas narrado de outra maneira. Confira abaixo a música da dupla Caju e Castanha sobre Corinthians e São Paulo.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tpq5soY-2pg]

Antes do show, a dupla ensaia
Setenta anos de idade e cinqüenta deles dedicado a música. Para comemorar, nada melhor que cantar. Foi dessa maneira que neste final de semana o cantor Jair Rodrigues festejou as marcas. Nome de peso da música popular brasileira, Jair fez grande sucesso junto a Elis Regina no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record, em 1965.
Para festejar tanto tempo de estrada, Jair recebeu no palco do Ibirapuera alguns convidados que passaram desde os seus filhos Jairzinho e Luciana Mello, aos sertanejos Chitãozinho e Xororó. Alcione, Jorge Aragão, Simoninha e Pedro Mariano foram outros nomes que passaram por lá.
Porém, a presença mais inusitada foi nada menos nada mais que Pelé. Quer dizer, nem tanto assim já que Jair Rodrigues tem em seu repertório músicas compostas pelo Rei do Futebol. “O Jair foi um dos primeiros cantores a usar músicas minhas”, informou o Rei ao programa Esporte Espetacular.
Não vi Pelé jogar, mas confesso que gosto muito do futebol dele, reconheço toda a grande e até agora inigualável habilidade nos gramados. Mas, vamos combinar que no campo da música Edson está bem longe de ser rei.
Momentos antes de subir aos palcos do Ibirapuera, Pelé deu entrevista ao Esporte Espetacular e, reconheceu, humilde, para o Jair. “Vou pagar mico só porque você merece”, disse. Jair, muito simpático, respondeu que a música “Cidade Grande”, de Pelé, é uma das mais pedidas durante os shows.“Pelé compõe a língua do povo, a simplicidade”, informou o cantor na entrevista.
E foi aí que mais uma vez comprovei: meus ouvidos não puderam omitir. Pelé deu uma palhinha e cantou os versos “abre a porteira que eu quero entrar”… pra lá de pouco afinado, fato. Mas, Jair, cordial, lembrou aquilo que Edson soube sim fazer bem: jogar bola.
Parece mesmo que Pelé tem uma grande paixão com a música. Na mesma entrevista, ele deu um CD seu a Chitãozinho e Xororó e convidou a dupla: “se quiserem, depois faço alguma coisa pra vocês”…
Afinação mesmo, só na amizade entre Jair e Pelé. Nesse tom de comemoração, Jair falou uma frase muito propícia a este blog. “Até hoje nunca vi um cantor que não gostasse de futebol e um boleiro que não gostasse da música”.
E para aqueles que quiserem conferir a tabelinha (será?) entre Jair e o Rei, confira abaixo o link http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM962284-7824-PELE+E+JAIR+RODRIGUES+SOBEM+JUNTOS+AO+PALCO,00.html


- Vander Lee
A rivalidade entre cruzeirenses e atleticanos extrapola as arquibancadas do Mineirão. Imagine como seria um casal formado por um torcedor de cada time? Na rotina, a disputa entre o atleticano e a cruzeirense tem alguns impedimentos, mas no fim, sempre marcam gol de placa. Essa é a história da música “Galo e Cruzeiro”, composição do mineiro Vander Lee. Ele jura que é mera coincidência. Se é verdade, não sabemos.
O que fica claro é o fanatismo de Vander Lee pelo futebol. O cantor começou a carreira cantando em barzinhos de Belo Horizonte e já ganhou os palcos de todo o Brasil. Acredita que o cantor já pisou até nos gramados do Mineirão?
Ele e toda a torcida atleticana esperam que neste ano a equipe mineira ganhe títulos para compensar o centenário comemorado em 2008, que quase passou em branco. E a esperança é motivada em ídolos do passado.
Essas e outras histórias você ouve na reportagem especial com um sotaque bem mineirinho.
*** Texto de Eduardo Rodrigues, recém-graduado em Jornalismo pela Universidade de Brasília***
Eu devia estar contente por ter conquistado novamente o Campeonato Paulista após 12 anos sem levantar a taça do estadual.
Eu devia estar feliz por ter novamente visto um time jogando com raça um futebol de encher os olhos.
Eu devia estar alegre e satisfeito por ter saído de um jejum de títulos que já durava oito anos.
Eu devia estar comemorando a volta de uma boa parceria para o clube, patrocínios de peso e o início da construção do estádio mais moderno do continente.
Eu devia estar sorrindo e orgulhoso por ter presenciado o surgimento de um novo ídolo e o retorno de um santo à melhor forma física.
Eu devia estar contente por ter conseguido tudo isso em 2008, mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado. Porque pareceu tão fácil conseguir e nos fizeram acreditar nas promessas de que muito mais viria por aí…
Eu tenho uma porção de coisas grandes para conquistar e eu não posso ficar aí parado.
É você olhar no espelho e se sentir um tanto quanto enganado, saber que tem uma equipe psicologicamente limitada que não consegue manter uma boa performance na reta final de um longo campeonato que chegou a liderar.
Abrir os olhos para ver que o técnico se preocupa mais com a própria imagem do que com uma competição continental.
Perceber que apostar na experiência ao vender um mago para contratar jogadores quase aposentados não significa ter feito um bom negócio.
E você ainda acredita que ter indicados para melhores atletas do ano em praticamente todas as posições significa que o seu time do coração poderia ter vencido mais, conquistado mais…
Eu é que não me sento no trono de um apartamento com uma cerveja gelada na mão assistindo um dos meus maiores rivais voltar a ser campeão mundial ou brasileiro no final do ano, como tenho quase me acostumado. Porque longe das bandeiras tricolores que tremulam nos quintais, do cume calmo do meu olho que vê assenta a sombra de um projeto que não deve – nunca – ser abandonado, mas precisa – com urgência – ser repensado.
O Palmeiras conquistou o Campeonato Paulista em 2008 e terminou o Brasileirão em quarto lugar, ficando com a última vaga nacional para a Libertadores 2009. Foi eliminado da Copa Sulamericana nas quartas-de-final pelo o inexpressivo Argentinos Jrs. “Ouro de Tolo” é uma música de Raul Seixas, composta em 1973.


- Ronaldo Fenômeno é do Corinthians.
Hoje nós apresentamos uma matéria sobre traição. Mas tenha calma. Não é nenhuma história de Nelson Rodrigues. Essa semana, uma só notícia tomou conta dos jornais nacionais e internacionais: Ronaldo, o Fenômeno, volta aos campos brasileiros. Mas o que deixou os flamenguistas enciumados é que não será a camisa rubro-negra que o jogador defenderá.
O camisa 9 é o novo mano do Parque São Jorge. A contratação do jogador além de ter repercussão mundial já recheou os cofres do Corinthians. Agora, os fiéis esperam que a história seja diferente da de Garrincha e que Ronaldo volte da melhor forma.
Nós encontramos uma homenagem feita ao atacante pelo rapper Marcelo D2. “Sou Ronaldo” foi composta em 2006. Será que o músico flamenguista cantaria os mesmos versos com Ronaldo no Timão?
Escute abaixo a reportagem especial sobre a contratação de Ronaldo pelo Corinthians.
*** Texto de Leandro Zaca, formando em Publicidade e Propaganda pela UnB***
O que teriam em comum um time recém hexacampeão brasileiro e uma das bandas mais aclamadas de todos os tempos? A comparação, a primeira vista, pode parecer insustentável, mas examinada com minúcia, ela fica bem interessante.
Deixando as diferenças obviamente claras entre ambos, apesar de uma equipe poder jogar tão criativamente como um grupo musical faz suas canções e as bandas serem tão entrosadas como a seleção de 70, o Radiohead e o São Paulo tem muito em comum, pois os dois entenderam o mercado onde estão inseridos, e correram atrás para buscar alternativas de obter sucesso em suas empreitadas.
O São Paulo é hoje o único time hexa e tricampeão consecutivo da história do futebol brasileiro e o time que mais somou pontos desde o início da competição por pontos corridos, porque conseguiu focar numa coisa tão vital para esses novos desafios: estrutura. Palavrinha tão banalizada na boca de figurões, cartolas e presidentes de clubes, mas notadamente pouco entendida de fato, a ponto de se mobilizarem para pôr todo o seu significado em prática.
Os dirigentes do clube são paulino deram atenção às categorias de base com o mesmo nível de atendimento dos jogadores profissionais, apostaram na permanência de Muricy Ramalho, que pôde desenvolver um trabalho a longo prazo, e mantiveram uma base e formação tática sempre sólidas, apesar da saída e entrada de novos jogadores.
Como se não bastasse, construíram uma clínica de reabilitação de jogadores muito eficaz, o Reffis, investiram em contratos duradouros, patrocinadores lucrativos, estratégias de marketing bem elaboradas, megalojas com produtos do clube, e até um bar temático dentro do Morumbi. Tudo isso fez com que o Tricolor Paulista esteja hoje no seu devido lugar, com a taça novamente nas mãos.
Ao mesmo tempo em que tudo isso ocorre nas peladas tupiniquins, o mundo da música mundial, das grandes gravadores, dos milhões de cópias vendidas, de superprodutores e estúdios famosos foi abalado severamente pela facilidade da produção e troca de conteúdo e colaboratividade da chamada web 2.0.
Entre mortos e feridos, em meio a todo esse desmoronamento do estandarte da indústria fonográfica, o Radiohead, banda sempre antenada e inventiva, que compôs discos inesquecíveis como Ok Computer e Kid A, conseguiu ser mais uma vez surpreendente. Propôs o que ninguém jamais esperava, o novo cd “In Rainbows” foi lançado na internet com um sistema inovador de “pague quanto quiser”.
O vocalista Thom Yorke e companhia mostraram que entenderam o andamento da carruagem, que era preciso botar as coisas em seu devido lugar, já que é impossível lutar contra o mercado ilegal de música, os bittorrents e a rede peer-to-peer.
Só com o buzz gerado pela genial iniciativa, fez com que todo o mundo ficasse de olho no novo álbum da banda, e tudo claro, apenas com mídia espontânea, em blogs e jornais, sem gastar um centavo com publicidade.
Ambos conseguiram ver além do seu próprio status de time com recursos e banda renomada, e intencionaram inovar. Nenhuma outra banda conseguiu estar tão presente na mídia, e tão atrelada de forma positiva a seus fãs como o Radiohead.
Nenhum outro clube brasileiro fez tanto como o São Paulo, para focar em resultados e construir uma imagem duradoura para com os novos e antigos torcedores.
Só o Radiohead viu a oportunidade de fechar com o Google uma parceria e lançar o clipe de House of Cards (que por si só foi inovador, feito sem o uso de câmeras, apenas com lasers e scanners) pela web.
Além disso, enxergaram na rede de computadores uma forma de aproximar seu público, lançando um concurso para os fãs fazerem o clipe de Reckoner, nova música de trabalho.
E, só o São Paulo conseguiu manter um técnico por mais de três anos, fechar os maiores contratos publicitários do Brasil, construir até lojas de grife, atendendo assim vários nichos e públicos diferentes.
Só ele tem a torcida que mais cresce do país, mostrando que é preciso não só investir no clube em si, mas também na imagem e na marca São Paulo.
Por que, então, parece tão difícil para clubes brasileiros entender que entregar o time nas mãos de uma empresa milionária e salvadora jamais pode ser a solução, se essa não vier com planejamento, estrutura e com a visão do mercado e dos novos modelos de negócio que surgem? No fundo, para os dois casos, a coisa é simples, mas ainda assim rockstars e grandes selos musicais, clubes e seus diretores, insistem em correr contra a corrente. Insistem em não entender que se as coisas não vão bem, é porque elas não estão em seu devido lugar.
Everything is in its right place (Tudo está em seu devido lugar) faz parte de Kid A, quarto álbum do Radiohead. E, para o delírio dos fãs, a banda felizmente toca no Brasil em março de 2009.
*** Texto de Leandro Zaca, formando em Publicidade e Propaganda pela UnB***
Um jogo que marcou a história do futebol brasileiro. Consagrou o seu primeiro hexacampeão e único time a ganhar um tricampeonato seguido. E, eu poderia quase dizer que ele aconteceu do outro lado da rua. São Paulo e Goiás foi um jogo não muito empolgante em seus noventa minutos para aqueles que não torcem para o tricolor paulista, mas inesquecível para os mais de 15 mil torcedores que lotaram o Bezerrão.
A emoção e a expectativa foram grandes, a começar pela fila enorme formada no ginásio Nilson Nelson e as muitas horas em pé no sol escaldante para comprar os ingressos. Mas, em nenhum minuto faltou animação e vontade de ver o São Paulo sagrar-se o maior de todos os campeões desse país. O hino e os cantos da torcidas começaram ali na fila e terminaram só muito depois do jogo acabar.
A ansiedade era visível nos semblantes de cada um que esperava o momento de gritar “É campeão”. O estádio foi sendo tomado vagarosamente pelos torcedores são paulinos, e por volta da 4 horas, o que era possível de se ver eram mais de 15 mil torcedores já empurrando o time e balançando as 20 mil bandeiras distribuídas do lado de fora do campo. Que por sinal, é pequeno, o que já dava sinais de ali ser travado um jogo truncado e de muita marcação. Mas, para os brasilienses são paulinos que presenciaram a partida foi a glória, pois puderam ver bem de perto cada um dos craques em campo.
Após um pequeno atraso e uma confusão gerada por uma disputa boba pelo banco de reservas, foi dado o apito inicial. Era hora de roer todas as unhas e de grudar no radinho, para que não passassem em branco os lances do jogo entre Grêmio e Atlético Mineiro. A torcida além de incentivar, se comprometeu a vaiar o Goiás quando este tocava na bola. O que deu certo em partes, pois ambos os times estavam nervosos e erravam bastante. O time goiano chegou a gritar gol quando Paulo Baier de letra quase abriu o placar.
Mas, quem chegou de fato a esgoelar-se foi o torcedor tricolor, que logo aos 20 minutos vibrou com Borges. Depois da cobrança de Rogério Ceni, que desde o apito da falta já tinha seu nome ovacionado pela torcida, o atacante são paulino teve só que empurrar para as redes o chute torto de Hugo. Torcedor algum pôde dizer que havia impedimento no lance, pois ao ver a rede balançar, a única coisa que foi possível expressar foi a alegria de um gol, que poderia ser o do hexa, acontecer ali a pouquíssimos metros.
O jogo seguiu, veio o segundo tempo, e a chuva tomou conta do Bezerrão. Uma tempestade que impedia um pouco a vista de tão forte, mas que por causa do frio, incitava o torcedor a pular e cantar ainda mais. O São Paulo melhorou, e conseguiu criar algumas chances com Dagoberto e uma bola na trave, que depois da defesa incrível do goleiro Iarlei, para o desespero são paulino, não entrou. Depois disso, a angústia pelo apito final ia só aumentando, até que a torcida encharcada pôde finalmente ir à loucura e soltar o grito de Hexacampeão.
A festa tomou conta do estádio. Ver o Muricy Ramalho sozinho dando a volta no campo, fazendo questão de cumprimentar quase que cada torcedor ali presente, foi indescritível. Os jogadores também foram até o alambrado para mostrar a taça, e junto a torcida comemoraram e vibraram bastante.
O Bezerrão ficou ainda menor, ao ter que agüentar tamanha felicidade dos milhares ali presentes, que o tempo todo cantaram “São Paulo eu te amo demais/O dia em que tu não existires/ Eu não quero sorrir nunca mais”. Era hora de sair para a rua, começar o buzinaço e gritar aos quatro ventos “Dentre os grandes és o primeiro”.
São Paulo. Campeão Brasileiro em 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008.